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Corumbá, 12 de junho de 2026 –  A Lhg Mining apoiou a execução de obras voltadas à melhoria da infraestrutura e da qualidade de vida em Porto Esperança, entregues oficialmente nesta quarta-feira (10). Desenvolvidas em parceria com a comunidade e o poder público, as iniciativas incluíram a implantação de um playground, uma academia ao ar livre e um espaço de convivência, além de contribuições para a substituição das tubulações de água que atendem os moradores e para a reforma de uma ponte local.

“Tem 19 anos que eu moro em Porto Esperança e agora está chegando o progresso”, afirma a empreendedora Maria Vilma Yarzon da Silva, 65 anos. Ela administra um restaurante na comunidade, que tem como carro-chefe o almoço, principalmente a galinha caipira, que ela também cria no local. Com a inauguração das novas estruturas, Maria Vilma até pintou o restaurante, “ver tudo novo e reformado, me animou para fazer reformas, nossa comunidade ficou mais bonita e nossas pessoas merecem”, diz.

Segundo ela, a comunidade está recebendo uma atenção e um cuidado que nunca existiu. “Para nós é importante ter essa estrada, para a gente percorrer, comprar coisas mais rápido. Antes era tudo pelo rio, então era muito difícil. Sempre acreditei que coisas boas viriam para a gente e luto para isso. Só tenho gratidão por essa empresa (a Lhg)”, ressalta.

Foram inaugurados um playground infantil, uma academia ao ar livre equipada com 12 aparelhos para a prática de atividades físicas e um espaço de convivência para a comunidade. A companhia também realizou, em parceria com o poder público estadual, a substituição das tubulações de água, contribuindo para o fornecimento de água potável aos moradores, um problema no local há 20 anos, além da reforma de uma ponte que liga a parte alta e baixa da comunidade, importante para melhorar a segurança de adultos e crianças.

Como parte das ações de fortalecimento da infraestrutura comunitária, a Lhg Mining também doou 36 refletores, instalados em conjunto com o poder público e a concessionária de energia, ampliando a iluminação da comunidade. Na área de mobilidade, a companhia promoveu intervenções em três quilômetros da via alternativa de acesso a Porto Esperança e realizou a manutenção dos acessos às residências e ranchos da região, facilitando o deslocamento de moradores e visitantes.

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Comunidade participou de inauguração na tarde desta quarta (10)

A empresa também intensificou as ações de controle de poeira proveniente do fluxo de caminhões na estrada. Para isso, implantou um sistema de aspersão fixa em 4 km de estrada, ampliou a operação para quatro caminhões-pipa atuando 24 horas por dia, além de instalar quebra-molas e reforçar a sinalização viária.

Moradora de Porto Esperança, Elisa Maria Nascimento da Silva, de 54 anos, também celebrou as novidades entregues à comunidade.

“Minha tataravó, minha bisavó, minha avó e minha mãe, todos moraram aqui. Eu estou em Porto Esperança há 15 anos. Era pescadora, mas, como faço tratamento do câncer, parei de trabalhar. O que a Lhg está fazendo para a gente está sendo uma benção. Temos mais é que agradecer, como bons vizinhos. Quando a gente precisa, a gente grita e eles atendem”, ressalta.

Reforma da escola

Na área da educação, a empresa apoia uma reforma da Escola Municipal Rural de Educação Integral Polo Porto Esperança e Extensões, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, que irá começar durante as férias escolares. As melhorias incluem pintura interna e externa, reforma do telhado, manutenção elétrica e hidráulica, substituição de sete aparelhos de ar-condicionado e instalação de um biodigestor.

A Lhg Mining também passou a disponibilizar transporte para professores e colaboradores da unidade, contribuindo para melhores condições de trabalho e para a permanência desses profissionais na comunidade. A iniciativa beneficia diretamente quatro professores, uma cozinheira e um zelador.

Alessandra do Nascimento, 34 anos, reside em Porto Esperança, e tem duas crianças que frequentam a escola. De acordo com ela, a reforma é necessária para o bem-estar e a saúde de todos. “A situação atual da escola não é das melhores. Falta a pintura, reforma dos banheiros, os ares-condicionados estão sempre dando problema. Tem também o refeitório dos funcionários. Vai ser muito importante esse reforço para a escola, principalmente pelo bem das crianças”, pontua.

Atualmente, Porto Esperança conta com cerca de 60 famílias e aproximadamente 150 moradores. “Há cerca de três anos ouvimos a comunidade para entender suas principais necessidades e, a partir desse diálogo, conseguimos transformar demandas em realizações. Hoje, me sinto parte da comunidade e compartilho da alegria dos moradores ao ver essas conquistas acontecendo”, ressalta o coordenador de Meio Ambiente da Lhg Mining, Kelver Souza Lino.

Lhg Mining apoia projeto esportivo

A Lhg Mining também realizou a doação de 380 kits completos de uniforme esportivo, compostos por camisa e short, além de 40 bolas para o Programa Geração Olímpica, iniciativa da Prefeitura de Corumbá voltada à promoção do esporte e ao desenvolvimento de crianças e adolescentes. A entrega dos materiais foi oficializada na terça-feira (9) e integra o conjunto de ações da companhia voltadas ao fortalecimento do bem-estar e da qualidade de vida da população corumbaense.

 

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Kits foram doados à Prefeitura Municipal de Corumbá

Segundo o diretor de Sustentabilidade da Lhg Mining, Rodrigo Dutra, o apoio ao programa está alinhado ao compromisso da empresa com ações que promovam a inclusão social e o desenvolvimento humano. “O esporte é uma ferramenta fundamental de inclusão social e de formação das crianças. Quando recebemos o pedido da Prefeitura, entendemos a importância do projeto e decidimos contribuir para que mais jovens tenham acesso a essa oportunidade”, destaca. Os materiais serão destinados aos polos do Programa Geração Olímpica, especialmente às modalidades de futebol de campo e futsal.

Sobre a Lhg Mining

Referência em mineração desde 2022, a Lhg Mining nasceu com o compromisso de impulsionar o setor, gerar empregos e oferecer uma solução integrada para uma cadeia de produção de aço mais sustentável. Com sede e operações em Mato Grosso do Sul, a companhia atua nas minas de Santa Cruz e Urucum, localizadas nos municípios de Corumbá e Ladário. As reservas de minério de ferro de alto teor e de manganês se destacam como a principal alternativa para a produção de aço verde no país. Mais de 2.700 colaboradores atuam diretamente para garantir que as operações sejam eficientes, seguras e alinhadas aos mais altos padrões de sustentabilidade e qualidade.

 

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Corumbá, 4 de fevereiro de 2025 – A Lhg Mining produziu mais de 145 mil mudas e recuperou 100 mil m² de área durante o ano de 2024 em Corumbá (MS). O espaço, que corresponde a aproximadamente 10 campos de futebol, recebeu o plantio de espécies nativas, contribuindo para a renovação do ecossistema local.

O diretor de sustentabilidade da Lhg Mining, Rodrigo Dutra Amaral, explica que a recuperação dessas áreas em Corumbá ultrapassou a meta estipulada para o ano de 2024 pela companhia. “O programa de recuperação contempla as minas de Santa Cruz e Urucum, sendo que a primeira é a maior que temos atualmente”, pontua.

Na Mina de Santa Cruz, foram recuperados 61.800 m² de área, enquanto na Mina de Urucum, o acumulado foi de 40.700 m². A empresa ainda coletou 871,35 kg de sementes e cultivou 145.186 mudas nativas, das quais  91.611 unidades foram plantadas. Além disso, o projeto compreende também o Programa de Educação Ambiental, com a doação de mudas para ações de arborização nas comunidades em geral.

“Esse é um dos propósitos da Lhg Mining, recuperar e devolver essas áreas para as gerações futuras. Através da coleta de sementes, produção e plantio de mudas nativas. Com o plantio de mudas nativas temos observado o retorno da fauna na região. Há raposas, quatis, macacos-pregos, aves e outros animais que compõem a biodiversidade do cerrado e do Pantanal”, pontua.

Dutra explica que há dois tipos de vegetação durante o processo de Recuperação Ambiental: as espécies de vegetação campestre (campo de altitude), que ocupam o topo dos morros, e as árvores de grande porte, que predominam nas áreas próximas à base da morraria.

“No topo dos morros, onde realizamos o plantio, predominam as espécies de vegetação campestre, como as herbáceas e arbustivas. À medida que se desce o morro, as árvores maiores começam a surgir, ocupando as áreas mais baixas”, frisa.

Segundo ele, quem vem de fora e não conhece as áreas que foram mineradas se surpreende com a biodiversidade. “Não dá para notar a diferença entre uma área que foi minerada e outra que não foi. São locais lindíssimos, com gramíneas, leguminosas e espécies que atraem a fauna nativa da região”.

Viveiro Florestal

O replantio integra as ações do Viveiro Florestal, um projeto reconhecido pelo Ibama e pelo Imasul como pioneiro no setor, por priorizar a produção apenas de mudas de espécies nativas, posteriormente utilizadas para plantio em locais que passaram por mineração. Em 20 anos já foram produzidas mais de 2,5 milhões de mudas nativas regionais e a recuperação de 200 hectares de áreas exploradas, sendo que o projeto conta ainda com banco de sementes que permite a manutenção das espécies no futuro.

No Viveiro Florestal são cultivadas 117 espécies de 94 gêneros e 36 famílias botânicas. Outro ponto essencial é a preservação de 1.500 hectares de vegetação nativa por meio da aquisição e preservação de fazendas no entorno das operações da Lhg Mining em Corumbá.

 

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A LHG Mining lançou o primeiro Relatório de Sustentabilidade da empresa com as principais iniciativas, estratégias e ações nas áreas de meio ambiente, sustentabilidade, produção e investimento da mineradora durante 2023. O balanço ainda traz as metas para este ano.

A pauta da sustentabilidade está entre as prioridades da mineradora, que reconhece a prática como um dos pilares fundamentais para a valorização e crescimento sustentável do negócio.

Além disso, cita como compromisso a implantação de filtragem de rejeitos para eliminar a necessidade de barragem e a aquisição de novos equipamentos visando aumentar a eficiência energética dos trabalhos.

Atualmente, a LHG Mining opera com uma taxa de recirculação de água de aproximadamente 65%. Segundo o relatório, a expectativa é de chegar a 90% de recirculação com a operação em plena capacidade da planta de filtragem em 2024.

O objetivo é fazer todo o processamento do minério a seco — atualmente, a água é utilizada na lavagem de 20% da produção.

Geração de empregos

Em 2023, a LHG Mining realizou investimentos expressivos na produção, cresceu 156% em relação a 2022 e ampliou o quadro de funcionários para aproximadamente 1,3 mil colaboradores — somados aos 900 colaboradores já existentes na mineradora.

Durante este tempo, a LHG Mining implementou uma estrutura de governança ágil e desburocratizada, passou a contratar diretamente todos os seus colaboradores e a montar os alicerces para o crescimento da produção, já em curso.

No ano passado, a mineradora realizou investimentos de R$ 800 milhões na aquisição de novas plantas de produção, caminhões, equipamentos de mina e adoção de novas tecnologias, entre outros. A produção foi de 7,8 milhões de toneladas/ano e quer chegar a 50 milhões de toneladas/ano no médio prazo.

Em um ano, o faturamento da LHG Mining atingiu a marca de R$ 3,3 bilhões, representando um crescimento significativo de 150% em relação ao ano anterior.

Metas

Para 2024, o objetivo é crescer ainda mais e focar em contratação de profissionais locais. Corumbá, no Mato Grosso do Sul, é hoje uma das poucas cidades brasileiras com baixíssimo índice de desemprego.

A LHG Mining quer aprimorar os reportes de ESG por meio de relatório de sustentabilidade, realizar treinamentos presenciais e por meio de vídeos para todos os funcionários e manter os patrocínios, doações e apoio às entidades envolvidas com nossas operações.

A mineradora tem também como meta ampliar a frota de equipamentos de grande porte, além da eficiência energética do transporte. Por exemplo, serão utilizados 16 caminhões com capacidade para 100 toneladas de carga substituirão 40 caminhões de menor porte.

Acesse a íntegra do relatório aqui

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A LHG Mining anunciou a doação de R$ 500 mil para o Instituto Moinho Cultural Sul Americano, que atende anualmente cerca de 400 crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade da região de Corumbá, Ladário e Bolívia. A doação reforça o compromisso da empresa com a promoção da cultura e cidadania na região e reconhece a importância de investir em iniciativas que promovam o desenvolvimento humano e cultural, fortalecendo os laços com as comunidades onde opera.

Sediado em Corumbá (MS), o Instituto Moinho Cultural desempenha um papel importante para a região.. As atividades oferecidas incluem aulas de Dança, Música, Tecnologia, Informática, Cultura e Letramento, Grupo de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, entre outras.

A formação continuada oferecida pelo Moinho Cultural tem duração de até oito anos, abrangendo não apenas as disciplinas artísticas, mas também contribuindo para o desenvolvimento dos participantes. Além disso, a instituição também atua na formação de intérpretes criadores para jovens e adultos, por meio da Companhia de Dança do Pantanal, da Orquestra de Câmara do Pantanal e do Núcleo de Tecnologia.

Recentemente, o Instituto Moinho Cultural recebeu o reconhecimento como uma das 100 melhores ONGs do Brasil em 2023, conquistando o título de melhor instituição do Mato Grosso do Sul. Essa distinção atesta a eficácia e relevância do trabalho desenvolvido pela organização.

O recurso é proveniente da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).

 

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Aconteceu, no início do mês, o I Congresso de Direito Ambiental promovido pela OAB Minas Gerias em parceria com a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG). A advogada da LHG Mining Tagie Assenheimer, especialista em Direito Minerário, esteve ao lado de mais de 15 especialistas da área para discutir caminhos para a segurança ambiental.

“Ter leis que estabelecem limites e regulamentos para a mineração é importante para a preservação dos recursos naturais, a prevenção da degradação do solo, a conservação da água e a proteção das espécies ameaçadas são temas que devem estar sempre em pauta”, ressaltou a advogada.

Durante dois dias inteiros de evento, especialistas de todo Brasil discutiram, também, outros assuntos como regularização ambiental de imóveis rurais; universalização do saneamento no contexto do novo marco regulatório; ESG, ODS e compliance como estratégia das organizações; fundamentos técnicos e regulatórios da transição energética; governança ambiental e sustentabilidade e mudanças climáticas em âmbito.

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A LHG Mining, empresa do grupo LHG, inaugurou um Centro de Distribuição (CD) em Sete Lagoas (MG), ampliando sua eficiência logística e melhorando o atendimento às necessidades dos clientes no mercado doméstico. A localização estratégica permite aproximar o minério extraído em Corumbá, no Mato Grosso do Sul, dos clientes de Minas Gerais.

O evento de lançamento com clientes e parceiros foi realizado no dia 18 de agosto. O CD tem capacidade para movimentar 2 milhões de toneladas de minério por ano, por vias ferroviária e rodoviária, reduzindo os custos de transporte.

O novo espaço pode operar com todos os produtos do minério de ferro gerados pela LHG Mining, além de blends destinados ao atendimento de diferentes segmentos do mercado.

A prioridade é oferecer um atendimento diferenciado e aumentar a competitividade dos produto, ao mesmo tempo em que impulsiona o desenvolvimento econômico da região.

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A LHG Mining esteve nos dias 3, 4 e 5 de maio no maior evento internacional sobre siderurgia da Europa, o Fastmarkets International Iron Ore 2023. O evento aconteceu em Estocolmo, na Suécia, e participaram todos os grandes fabricantes de aço da região, produtores globais de minérios de ferro e empresas de logística internacional.

Na ocasião, foi discutido a importância do aço verde para atender às necessidades futuras da humanidade, além de temas sobre inovação e tecnologia e as novas exigências na trilha de descarbonização do aço.

Aguinaldo Filho, presidente da LHG Mining, liderou o painel “The emerging of a new steel descarbonization partnership and na alternative source of high-grad”. Na oportunidade, ele destacou a alta qualidade dos produtos extraídos das minas de Ferro e Manganês, as operações da empresa, o rápido crescimento de produção, que saiu de 4Mt em 2022 para 10Mt em 2023, e colocou a empresa como um importante player no desenvolvimento do aço verde, tema central do evento.

Filho também ressaltou a importância da presença no evento. “Estar no Fastmarkets International Iron Ore prova que estamos preparados e posicionados entre os grandes players globais e preparados para as novas exigências mundiais de aços verde e mais sustentáveis”.

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  • Até o final de 2023, mais 300 pessoas vão se unir às operações locais
  • A empresa oferece muitas oportunidades em diferentes áreas
  • Treinamentos e benefícios são oferecidos para posições operacionais e técnicas
  • Corumbá tem 120 mil habitantes e é um pólo de desenvolvimento da região

Corumbá – A LHG Mining anuncia a contratação de 600 funcionários próprios para as operações de mineração no Mato Grosso do Sul e já está trabalhando para trazer mais 300 pessoas até o final do ano. As oportunidades também incluem posições em Belo Horizonte (BH) e São Paulo (SP).

Para as operações de manganês, 100 novos apoiadores de diversas áreas estão dedicados na mina Urucum. Já na mineração do ferro, 500 pessoas já treinadas e capacitadas estão trabalhando na mina Santa Cruz.

“Estamos vivendo outros tempos aqui, há muitas oportunidades para começar, se especializar e crescer”, destaca Claudio Alves, New Business Department da LHG Mining. A área de Recursos Humanos está fazendo um intenso trabalho local para garantir condições diferenciadas aos seus apoiadores, assim como acesso à saúde, educação e cultura. 

Corumbá (MS) tem cerca de 120 mil habitantes, é uma das mais antigas cidades do Mato Grosso do Sul e considerada o primeiro pólo de desenvolvimento da região. É ainda o mais importante porto do estado e um dos mais importantes portos fluviais do Brasil, já que se situa na margem direita do rio Paraguai e também na tríplice fronteira entre o Brasil, o Paraguai e a Bolívia.

E se você quer saber mais detalhes sobre as oportunidades, veja aqui.

Assessoria de imprensa

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  • Chegam à China essa semana, em um navio capesize, as 175 mil toneladas de minério de ferro embarcadas do porto Nueva Palmira, no Uruguai
  • O objetivo é realizar duas operações como essa por mês
  • Cerca de 600 mil toneladas de minério serão exportadas para todo o mundo
  • O frete será reduzido em até 15%

Uruguai – Em uma iniciativa inédita e que envolveu diretamente mais de 50 pessoas, a LHG Mining realizou pela primeira vez uma operação de transbordo que permitiu o embarque do minério de ferro vindo desde Corumbá (MS), em um único navio capesize.

O transporte para exportação até o o porto Nueva Palmira, no Uruguai, é feito desde o porto Gregório Curvo, em Corumbá (MS), pela hidrovia dos rios Paraguai e Paraná. A operação realizada pela LHG Mining é um marco para a exportação de minério de ferro daquela região porque nunca antes foi possível carregar uma quantidade tão grande minério em um único navio –  em Nueva Palmira, são carregados navios handy-maxes, panamaxes e baby-capes com quantidades de até 45.000 toneladas. 

O clima e o ambiente local foram alguns dos desafios da equipe envolvida. Ventos e ondas podem impedir ou atrasar o carregamento do minério de ferro e cada hora de atraso aumenta os custos da operação, por isso a iniciativa foi vital para que o próximo transbordo ocorra com mais agilidade e custos competitivos.

Em breve, a LHG Mining vai realizar duas operações como essa por mês e estima reduzir o custo do frete marítimo em até 15%. Nos próximos meses, com a retomada da operação nas minas que estavam paralisadas, a LHG Mining poderá exportar cerca de 600 mil toneladas mensais para todo o mundo.

 

Assessoria de imprensa
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  • Equipamento de hidrossemeadura já está sendo utilizado
  • Mais agilidade, menos riscos e custos são os principais diferenciais
  • Mais 11 hectares serão recuperados em 2023 

Corumbá Acaba de chegar à operação da LHG em Corumbá (MS) o mais robusto equipamento para apoiar a área de Sustentabilidade na expansão da recuperação de áreas mineradas. O equipamento de hidrossemeadura permite aspergir sementes de espécies nativas do Pantanal diretamente nos taludes, dando mais agilidade à recuperação, com menos riscos aos funcionários envolvidos na atividade e com menor custo.

Nossa meta é recuperar 11,3 hectares em 2023 e já temos um cronograma acordado com o órgão ambiental local garantindo a expansão dos trabalhos nos próximos anos”, afirma Rodrigo Dutra Amaral, diretor de sustentabilidade da LHG Mining.  

Essa é uma das medidas implementadas esse ano, além de outras já em andamento, como o Viveiro Florestal, reconhecido pelo IBAMA como iniciativa pioneira que promove o cultivo de espécies nativas, posteriormente utilizadas para replantio em espaços minerados. Em 20 anos já foram produzidas mais de 2,5 milhões de mudas nativas regionais. O projeto conta ainda com banco de sementes que vai permitir a manutenção das espécies no futuro.

Desde 2006, o Viveiro Florestal permitiu recuperar mais de 200 hectares de áreas exploradas – utilizando 117 espécies de 94 gêneros e 36 famílias botânicas –, ao mesmo tempo a LHG Mining conserva 1500 hectares de vegetação nativa por meio da aquisição e preservação de fazendas no entorno das operações.

A área de sustentabilidade e meio ambiente da LHG Mining tem 70 pessoas dedicadas somente na operação de Corumbá (MS) e atua em todos os aspectos envolvidos na sua atividade local, como água, esgoto, gestão de resíduos, recuperação de áreas, entre outros.

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