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Operações

A LHG Mining chega ao mercado com uma estrutura leve e capacidade de investir na ampliação da produção, a partir de suas vastas reservas de minério de ferro de alto teor. Seu objetivo é ser uma solução única e confiável para a cadeia de produção de aço sustentável, contribuindo para a redução nas emissões de gases do efeito estufa.

Em 2022, a LHG Mining nasce por meio da aquisição da MCR (Mineração Corumbaense Reunida) em Corumbá, no Mato Grosso do Sul. Os minérios de ferro e manganês vêm de duas minas de alto teor na região de Corumbá (MS).

O sistema integrado de logística da empresa inclui uma empresa de logística fluvial e um porto próprio, além de um porto parceiro na região de Corumbá, um terminal marítimo em Nueva Palmira, no Uruguai, além de terminais rodoviários para o mercado interno.

Minas

Mina Santa Cruz

A mina Santa Cruz possui uma lavra de minério de ferro de alto teor, a céu aberto, e está em funcionamento desde 1974. Seu principal produto é o granulado (lump) de alto teor, produto único no mercado. Adicionalmente, a mina de Santa Cruz produz um fino natural (sínter feed) com teor acima da média do mercado e granulometria que permite alta produtividade para a produção de sínter.

Mina Urucum

A mina de Urucum está em operação desde 1903. Possui uma lavra de minério de ferro a céu aberto e uma lavra subterrânea de manganês, única no país. Além de granulados e finos de minério de ferro com qualidade similar aos da mina de Santa Cruz, Urucum produz também um granulado de manganês com excelente qualidade para a produção de ferro-ligas.

Sistema logístico integrado

Portos fluviais

O minério é escoado por via rodoviária ou ferroviária para dois portos fluviais no rio Paraguai: o Porto Gregório Curvo, próprio da LHG Mining, e o porto parceiro Granel Química.

Navegação fluvial

A produção da MCR desce a hidrovia dos rios Paraguai e Paraná em direção ao mar em barcaças da Transbarge Navegación (TBN), empresa de navegação fluvial própria com sede em Assunção, ou em embarcações de parceiros.

Terminal marítimo

Depois de 2,5 mil quilômetros de hidrovia, as barcaças chegam ao terminal marítimo de Nueva Palmira, no Uruguai. Lá são carregados navios handy-maxes, panamaxes e baby-capes com quantidades de até 45 mil toneladas. No Uruguai, também são realizadas operações de transbordo em alto mar, em que navios capesizes são carregados com até 180 mil toneladas de minério.

Mercado interno

Os clientes do mercado brasileiro são atendidos por meio dos terminais rodoviários de Tupacery e Antônio Maria Coelho, no município de Corumbá (MS), além dos terminais de transbordo ferroviário de Suzano, em São Paulo, e Itutinga, em Minas Gerais.

Produção eficiente, a caminho de um aço mais sustentável

A meta da LHG Mining é se tornar uma solução única e confiável para a cadeia de produção de um aço mais sustentável, viabilizando a redução significativa da emissão de gases de efeito estufa.

Processamento a seco

Operações sustentáveis respeitam o meio ambiente, minimizando os impactos gerados e promovendo o uso adequado dos recursos disponíveis. Neste sentido, 80% da produção de minério de ferro na LHG Mining é realizada através de processamento a seco. A mineração a seco utiliza menores quantidades de água e, portanto, não gera rejeitos e dispensa a construção de barragens.

Além disso, devido às características únicas e intrínsecas de suas reservas, praticamente não existem perdas (geração de material estéril) durante as etapas de lavra e produção.

Praticamente todo o material movimentado e retirado de nossas reservas minerais vai se tornar produto final, resultando em considerável redução de impacto ao meio ambiente.

Sistema de filtragem

Em julho de 2023, após a instalação de um sistema de filtragem, a LHG Mining deixa de utilizar barragens, mesmo para os 20% da produção processada a úmido.
Ainda assim, a meta é que 100% da produção passe a ser a seco. Dessa forma, a operação tem impacto ambiental ainda mais reduzido e oferece maior segurança a todas as partes envolvidas e ao meio ambiente.

Granulado (lump) e redução de emissões

O principal produto da Lhg Mining é o granulado (lump) de minério de ferro. Pelo seu alto teor de concentração de ferro, é considerado um verdadeiro ‘natural pellet’, em comparação à pelota de minério de ferro (material artificialmente produzido com finos de minério de ferro obtido por meio da concentração, aglomeração e queima).

O granulado de minério de ferro da Lhg é uma alternativa ecologicamente eficiente para a redução de emissão de gases de efeito estufa na produção de aço.

Diferentemente dos demais tipos de fontes de ferro, como as matérias-primas usadas para a siderurgia, o granulado de minério de ferro da Lhg dispensa preparações ou beneficiamento de matérias-primas de ferro de alta qualidade para uso direto nos processos, ou tecnologias de produção de aço ou ferro.

Além do menor impacto ambiental na extração e processamento do minério na mina, o granulado da Lhg permite a redução das emissões de gases do efeito estufa na produção de aço por meio das tecnologias de alto forno e conversor de oxigênio.

A redução de emissões gerada pelo granulado da Lhg Mining é da ordem de 70 kg de CO2 por tonelada de aço, quando em substituição ao aglomerado sínter, e de 60 kg de CO2 por tonelada de aço em substituição à pelota de minério de ferro.

“Natural pellet”

A Lhg Mining também está desenvolvendo um novo produto, o ‘natural pellet’, para aplicação na rota de produção de aço, utilizando tecnologias de Redução Direta e forno elétrico.
Atualmente, essa tecnologia utiliza gás natural para produção de ferro primário e aço, emitindo cerca de 40% menos CO2 por tonelada de aço produzido, quando comparado à rota alto forno/conversor de oxigênio.

O ‘natural pellet’ para a rota de Redução Direta da Lhg poderá substituir em até 30% a pelota de minério de ferro, permitindo uma queda ainda maior da emissão de CO2 por tonelada produzida, ou entre 6% e 15% em relação à produção de aço utilizando 100% de pelota.

Para as próximas décadas, novos desenvolvimentos tecnológicos visam a substituição do gás natural pelo H2 verde, o que permitirá a produção do aço verde, isto é, neutro na emissão de CO2. O ‘natural pellet’ da Lhg será um dos insumos para a produção do aço verde.

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