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Operações

A Lhg Mining se consolida no setor com uma estrutura íntegra e capacidade de investir na ampliação da produção, a partir de suas vastas reservas de minério de manganês e ferro de alto teor na região de Corumbá (MS).
Seu sistema integrado de logística inclui uma empresa de logística fluvial e um porto próprio, além de um porto parceiro na região de Corumbá, um terminal marítimo em Nueva Palmira, no Uruguai, além de terminais rodoviários para o mercado interno.
Seu objetivo é ser uma solução única e confiável para a cadeia de produção de aço sustentável, contribuindo para a redução nas emissões de gases do efeito estufa.

Minas

Mina Santa Cruz

A mina Santa Cruz possui uma lavra de minério de ferro de alto teor, a céu aberto, e está em funcionamento desde 1974. Seu principal produto é o granulado (lump) de alto teor, produto único no mercado. Adicionalmente, a mina de Santa Cruz produz um fino natural (sínter feed) com teor acima da média do mercado e granulometria que permite alta produtividade para a produção de sínter.

Mina Urucum

A mina de Urucum está em operação desde 1903. Possui uma lavra de minério de ferro a céu aberto e uma lavra subterrânea de manganês, única no país. Além de granulados e finos de minério de ferro com qualidade similar aos da mina de Santa Cruz, Urucum produz também um granulado de manganês com excelente qualidade para a produção de ferro-ligas.

Sistema logístico integrado

Portos fluviais

O minério é escoado por via rodoviária ou ferroviária para dois portos fluviais no rio Paraguai: o Porto Gregório Curvo, próprio da Lhg Mining, e o porto parceiro Granel Química.

Hidrovia Navegável

A produção da Lhg desce a hidrovia dos rios Paraguai e Paraná em direção ao mar em barcaças da Transbarge Navegación (TBN), empresa de navegação fluvial própria com sede em Assunção, ou em embarcações de parceiros.

Terminal marítimo

Depois de 2,5 mil quilômetros de hidrovia, as barcaças chegam ao terminal marítimo de Nueva Palmira, no Uruguai. Lá são carregados navios handy-maxes, panamaxes e baby-capes com quantidades de até 45 mil toneladas. No Uruguai, também são realizadas operações de transbordo em alto mar, em que navios capesizes são carregados com até 180 mil toneladas de minério.

Novos investimentos

Com o apoio financeiro do Fundo da Marinha Mercante (FMM) e a aprovação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Lhg Mining avança no desenvolvimento da infraestrutura hidroviária brasileira. Um financiamento de R$ 3,7 bilhões viabilizará a construção de 400 balsas e 15 empurradores, destinados ao transporte eficiente de minérios de ferro e manganês pelos rios Paraná e Paraguai.

Desse total, 58 barcaças já foram entregues e 126 serão incorporadas à frota até o final de 2026. Dos novos empurradores, 10 já estão em operação. As embarcações estão sendo construídas em estaleiros nacionais em Manaus, Belém e Salvador, além de Paraguai e Colômbia, estreitando parcerias internacionais.

Além de fortalecer o setor naval brasileiro, a iniciativa impulsionará a economia nacional, gerando empregos e promovendo o desenvolvimento regional. O investimento representa um marco significativo para a expansão da frota brasileira de transporte de carga em navegação interior, com um incremento de 16%, e a criação de aproximadamente 600 empregos diretos e indiretos. Ao priorizar a construção nacional mesmo diante de um cenário competitivo internacional, a Lhg Mining demonstra seu compromisso com o fortalecimento da indústria brasileira e a geração de valor para o país.

 

Projeto 25 Mta

A Lhg Mining trabalha no projeto de expansão planejada para atingir a meta de 25 milhões de toneladas por ano (Mta). O projeto, que encontra-se em fase de licenciamento junto aos órgãos, prevê:

  • Aumento da capacidade de produção para 25 Mtpa (milhões de toneladas por ano);
  • Instalação de uma nova planta de beneficiamento – produto de alta qualidade;
  • Implementação de uma correia transportadora de longa distância (12 km) e de um sistema automático de carregamento de trens.

 

Mercado interno

Os clientes do mercado brasileiro são atendidos por meio dos terminais rodoviários de Tupacery e Antônio Maria Coelho, no município de Corumbá (MS), além dos terminais de transbordo ferroviário de Suzano, em São Paulo, e Itutinga, em Minas Gerais.

 

Galeria


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