
O Grupo J&F estabelece diretrizes, metas e objetivos para a melhoria contínua de seu desempenho operacional, tornando os processos produtivos mais eficientes e sustentáveis.
O grupo possui uma Política de Compra Responsável de matéria-prima que estabelece critérios socioambientais para a seleção de seus fornecedores.
Além disso, a J&F promove ações sociais por meio de projetos com valores sólidos e impacto concreto na sociedade, que pavimentam o caminho para um Brasil melhor e mais justo, com iniciativas que contemplam as áreas de educação (emprego e capacitação profissional), meio ambiente (preservação de florestas e gestão de recursos hídricos) e de combate à corrupção.
Já os projetos ambientais executados pelo grupo incluem 345 mil hectares de áreas de conservação ambiental e reflorestamento, programas educacionais de preservação ambiental e apoio ao pequeno e médio agricultor.
A Lhg Mining segue todas as diretrizes e metas do Grupo J&F, adotando as melhores práticas operacionais e desenvolvendo projetos de sustentabilidade que contribuem para o desenvolvimento socioeconômico das regiões onde opera.
A meta da Lhg Mining é se tornar uma solução única e confiável para a cadeia de produção de um aço mais sustentável, viabilizando a redução significativa da emissão de gases de efeito estufa.
Atualmente, entre 80% e 90% da produção das minas de Santa Cruz e Urucum é realizada através de processamento a seco, minimizando o uso de água e sem a necessidade de barragens.
O principal produto da Lhg Mining é o granulado (lump) de minério de ferro. Pelo seu alto teor de concentração de ferro, é uma alternativa ecologicamente eficiente para a redução de emissão de gases de efeito estufa na produção de aço.
A Lhg também tem o ‘natural pellet’, que substitui a pelota convencional com eficiência e qualidade. A redução de emissões gerada pelo granulado da Lhg é da ordem de 70 kg de CO2 por tonelada de aço, quando em substituição ao aglomerado sínter, e de 60 kg de CO2 por tonelada de aço em substituição à pelota de minério de ferro.
Para as próximas décadas, novos desenvolvimentos tecnológicos visam a substituição do gás natural pelo H2 verde, o que permitirá a produção do aço verde, isto é, neutro na emissão de CO2. O ‘natural pellet’ da Lhg será um dos insumos para a produção do aço verde.
A LHG Mining e a MCR foram reconhecidas pelo IBAMA pelo projeto de Recuperação de Áreas Degradadas, Viveiro Florestal, iniciativa que promove o cultivo de espécies nativas, posteriormente utilizadas para replantio em espaços minerados.
Em 20 anos já foram produzidas mais de 2,5 milhões de mudas nativas regionais. O projeto conta ainda com banco de sementes que vai permitir a manutenção das espécies no futuro. Desde 2006, foram recuperados mais de 200 hectares de áreas exploradas – utilizando 117 espécies de 94 gêneros e 36 familias botânicas -, ao mesmo tempo a LHG Mining conserva 1,5 mil hectares de vegetação nativa por meio da aquisição e preservação de fazendas no entorno das operações.
O programa Viveiro Florestal inclui a reconformação topográfica e paisagística por meio do plantio de mudas, lançamento de coquetel de sementes nativas, lançamento de biomassa, contenção de processos erosivos, construção de poleiros para atração de fauna e programa de combate às espécies exóticas.
O Moinho Cultural Sul-Americano é uma instituição sem fins lucrativos que atende jovens e adolescentes em risco social, com apoio da LHG Mining para iniciativas no Mato Grosso do Sul.
Dentre as iniciativas do Moinho Cultural, destacam-se: