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Corumbá, 4 de fevereiro de 2025 – A Lhg Mining produziu mais de 145 mil mudas e recuperou 100 mil m² de área durante o ano de 2024 em Corumbá (MS). O espaço, que corresponde a aproximadamente 10 campos de futebol, recebeu o plantio de espécies nativas, contribuindo para a renovação do ecossistema local.

O diretor de sustentabilidade da Lhg Mining, Rodrigo Dutra Amaral, explica que a recuperação dessas áreas em Corumbá ultrapassou a meta estipulada para o ano de 2024 pela companhia. “O programa de recuperação contempla as minas de Santa Cruz e Urucum, sendo que a primeira é a maior que temos atualmente”, pontua.

Na Mina de Santa Cruz, foram recuperados 61.800 m² de área, enquanto na Mina de Urucum, o acumulado foi de 40.700 m². A empresa ainda coletou 871,35 kg de sementes e cultivou 145.186 mudas nativas, das quais  91.611 unidades foram plantadas. Além disso, o projeto compreende também o Programa de Educação Ambiental, com a doação de mudas para ações de arborização nas comunidades em geral.

“Esse é um dos propósitos da Lhg Mining, recuperar e devolver essas áreas para as gerações futuras. Através da coleta de sementes, produção e plantio de mudas nativas. Com o plantio de mudas nativas temos observado o retorno da fauna na região. Há raposas, quatis, macacos-pregos, aves e outros animais que compõem a biodiversidade do cerrado e do Pantanal”, pontua.

Dutra explica que há dois tipos de vegetação durante o processo de Recuperação Ambiental: as espécies de vegetação campestre (campo de altitude), que ocupam o topo dos morros, e as árvores de grande porte, que predominam nas áreas próximas à base da morraria.

“No topo dos morros, onde realizamos o plantio, predominam as espécies de vegetação campestre, como as herbáceas e arbustivas. À medida que se desce o morro, as árvores maiores começam a surgir, ocupando as áreas mais baixas”, frisa.

Segundo ele, quem vem de fora e não conhece as áreas que foram mineradas se surpreende com a biodiversidade. “Não dá para notar a diferença entre uma área que foi minerada e outra que não foi. São locais lindíssimos, com gramíneas, leguminosas e espécies que atraem a fauna nativa da região”.

Viveiro Florestal

O replantio integra as ações do Viveiro Florestal, um projeto reconhecido pelo Ibama e pelo Imasul como pioneiro no setor, por priorizar a produção apenas de mudas de espécies nativas, posteriormente utilizadas para plantio em locais que passaram por mineração. Em 20 anos já foram produzidas mais de 2,5 milhões de mudas nativas regionais e a recuperação de 200 hectares de áreas exploradas, sendo que o projeto conta ainda com banco de sementes que permite a manutenção das espécies no futuro.

No Viveiro Florestal são cultivadas 117 espécies de 94 gêneros e 36 famílias botânicas. Outro ponto essencial é a preservação de 1.500 hectares de vegetação nativa por meio da aquisição e preservação de fazendas no entorno das operações da Lhg Mining em Corumbá.

 

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A LHG Mining lançou o primeiro Relatório de Sustentabilidade da empresa com as principais iniciativas, estratégias e ações nas áreas de meio ambiente, sustentabilidade, produção e investimento da mineradora durante 2023. O balanço ainda traz as metas para este ano.

A pauta da sustentabilidade está entre as prioridades da mineradora, que reconhece a prática como um dos pilares fundamentais para a valorização e crescimento sustentável do negócio.

Além disso, cita como compromisso a implantação de filtragem de rejeitos para eliminar a necessidade de barragem e a aquisição de novos equipamentos visando aumentar a eficiência energética dos trabalhos.

Atualmente, a LHG Mining opera com uma taxa de recirculação de água de aproximadamente 65%. Segundo o relatório, a expectativa é de chegar a 90% de recirculação com a operação em plena capacidade da planta de filtragem em 2024.

O objetivo é fazer todo o processamento do minério a seco — atualmente, a água é utilizada na lavagem de 20% da produção.

Geração de empregos

Em 2023, a LHG Mining realizou investimentos expressivos na produção, cresceu 156% em relação a 2022 e ampliou o quadro de funcionários para aproximadamente 1,3 mil colaboradores — somados aos 900 colaboradores já existentes na mineradora.

Durante este tempo, a LHG Mining implementou uma estrutura de governança ágil e desburocratizada, passou a contratar diretamente todos os seus colaboradores e a montar os alicerces para o crescimento da produção, já em curso.

No ano passado, a mineradora realizou investimentos de R$ 800 milhões na aquisição de novas plantas de produção, caminhões, equipamentos de mina e adoção de novas tecnologias, entre outros. A produção foi de 7,8 milhões de toneladas/ano e quer chegar a 50 milhões de toneladas/ano no médio prazo.

Em um ano, o faturamento da LHG Mining atingiu a marca de R$ 3,3 bilhões, representando um crescimento significativo de 150% em relação ao ano anterior.

Metas

Para 2024, o objetivo é crescer ainda mais e focar em contratação de profissionais locais. Corumbá, no Mato Grosso do Sul, é hoje uma das poucas cidades brasileiras com baixíssimo índice de desemprego.

A LHG Mining quer aprimorar os reportes de ESG por meio de relatório de sustentabilidade, realizar treinamentos presenciais e por meio de vídeos para todos os funcionários e manter os patrocínios, doações e apoio às entidades envolvidas com nossas operações.

A mineradora tem também como meta ampliar a frota de equipamentos de grande porte, além da eficiência energética do transporte. Por exemplo, serão utilizados 16 caminhões com capacidade para 100 toneladas de carga substituirão 40 caminhões de menor porte.

Acesse a íntegra do relatório aqui

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